Indice
ToggleVocê anda frustrado porque a sua pizza nunca chega àquele ponto perfeito de crocância por fora e maciez por dentro? É possível que o problema não esteja na massa nem no molho, mas sim no equipamento utilizado. O forno escolhido define textura, sabor e até o rendimento de tempo de produção. Essa decisão, no entanto, costuma ser subestimada por quem se aventura no universo das pizzas artesanais ou pretende abrir uma pequena pizzaria.
Boa parte dos consumidores foca apenas em “eletrônico vs. gás” ou avalia o preço isoladamente, negligenciando critérios como distribuição de calor, potência, material interno e tipo de isolamento térmico. Resultado: pizzas assadas de forma desigual, custos maiores de energia e, em casos comerciais, atraso na fila de pedidos.
Neste artigo, você descobrirá como cada tipo de forno de assar pizza influencia o resultado final, conhecerá os seis melhores modelos disponíveis em 2024 e entenderá quais fatores técnicos realmente importam para tomar uma decisão sem erro. Ao final da leitura, a escolha será baseada em dados concretos – e não em slogans de marketing –, reduzindo desperdício e garantindo desempenho consistente.
O que você precisa saber sobre forno de assar pizza
Características do forno de pizza
Segundo dados de fabricantes e avaliações de mercado, o forno de pizza moderno combina alta temperatura, distribuição uniforme de calor e controle de tempo. Modelos elétricos, a gás e infravermelho coexistem no mercado com propostas distintas. O elétrico, representado aqui pelo Pizza Express da Tramontina, usa resistências superiores e inferiores para alcançar cerca de 300 °C, ideal para uso doméstico. Já os equipamentos com grill infravermelho, como o Kenok e opções industriais da MR Fogões e Cristal Aço, focam em aquecimento quase instantâneo graças à radiação direta, encurtando o tempo de cocção. O Koda 16, por sua vez, destaca-se pela portabilidade a gás propano e pedra refratária responsável por absorver e devolver calor à massa, formando aquele “leoparding” típico de pizzarias napolitanas.
Por que escolher o forno de pizza?
Optar por um equipamento dedicado oferece benefícios não óbvios. A curva de temperatura mais alta que a de um forno doméstico convencional sela rapidamente a umidade interna da massa, garantindo borda aerada e centro uniforme. Outro ponto é a eficiência energética: equipamentos projetados especificamente para pizza concentram o calor em área menor, consumindo menos gás ou eletricidade para chegar aos mesmos 300–400 °C. Além disso, a ergonomia facilita o manejo de pizzas grandes sem esbarrar em grades ou paredes internas. No ambiente comercial isso se traduz em rotatividade maior de mesas e, consequentemente, ticket médio mais alto.
Os materiais mais comuns
Três materiais dominam a fabricação: aço inoxidável, pedra refratária e componentes de alumínio anodizado. O aço inox, presente nos fornos da Progás e Cristal Aço, suporta ciclos térmicos intensos sem empenar e é de fácil higienização, algo crucial para atender normas sanitárias. A pedra ou cordierita refratária, incluída no Koda 16, absorve calor gradualmente e devolve de forma homogênea, evitando pontos crus no centro da massa. Já o alumínio anodizado costuma aparecer em bandejas ou gavetas internas, oferecendo baixa aderência e peso reduzido para agilizar a rotina de produção.
Prós e Contras dos principais modelos
| Modelo | Prós | Contras |
|---|---|---|
| Tramontina Pizza Express | Compacto, fácil de instalar, temperatura acima de 300 °C | Capacidade limitada a uma pizza por vez |
| Kenok Infravermelho | Aquecimento rápido, uso doméstico e comercial | Necessita ponto elétrico robusto, preço intermediário |
| MR Fogões Industrial | Construção robusta, assa várias pizzas simultaneamente | Dimensões grandes e alto consumo energético |
| Progás P37640 | Aço inox, isolamento térmico, eficiência em infravermelho | Peso elevado dificulta deslocamento |
| Koda 16 | Portátil, propano, pedra refratária inclusa | Depende de botijão, sensível a ventos fortes ao ar livre |
| Cristal Aço Industrial | Amplo espaço interno, ideal para alta demanda | Investimento inicial alto, requer instalação profissional |
Para quem é recomendado este produto
O forno de pizza especializado atende desde o entusiasta caseiro que busca dominar a arte napolitana até o empreendedor que quer aumentar a produtividade de uma pizzaria delivery. Quem mora em apartamento se beneficia de modelos compactos elétricos, enquanto negócios em expansão devem priorizar opções industriais de infravermelho pela rapidez em lotes maiores. A portabilidade do Koda 16 atende food trucks ou eventos externos, reforçando a versatilidade do segmento.
Tabela comparativa rápida
| Modelo | Sistema de aquecimento | Capacidade declarada | Tipo de uso |
|---|---|---|---|
| Tramontina Pizza Express | Resistência elétrica | 1 pizza | Doméstico |
| Kenok | Grill infravermelho | Até 2 pizzas finas | Misto |
| Koda 16 | Gás propano + pedra | 1 pizza 40 cm | Outdoor |
| MR Fogões Industrial | Infravermelho | 4–6 pizzas | Comercial |
Forno de pizza: como funciona no dia a dia
Tipos de forno de pizza e suas funcionalidades
O elétrico, como o Pizza Express, conecta-se à rede 127 V ou 220 V e trabalha com resistências independentes, possibilitando controle individual de calor superior e inferior. Fornos a gás, caso do Koda 16, usam queimador em “L” que envolve a câmara e distribui chama constante, chegando a 450 °C em menos de 20 minutos. Já os infravermelhos, presentes em Kenok, MR Fogões e Cristal Aço, irradiam calor através de placas cerâmicas ou tubos metálicos, acelerando a transferência térmica e permitindo que uma pizza fique pronta em 3–4 minutos, ideal para picos de demanda.
Compatibilidade com diferentes fontes de energia
Modelos elétricos exigem circuito dedicado de pelo menos 2000 W para evitar queda de tensão. A versão a gás propano precisa de botijão P-13 ou P-45 e regulador de pressão adequado. Equipamentos infravermelhos industriais podem operar em GLP ou gás natural encanado, bastando ajustar os bicos injetores. Essa flexibilidade facilita a implantação em regiões com políticas de subsídio a gás canalizado, reduzindo custos operacionais.
Manutenção e cuidados essenciais
Limpeza diária da pedra refratária com espátula metálica evita acúmulo de farinha queimada. Resistências devem ser vistoriadas a cada seis meses para verificar oxidação, enquanto queimadores de gás pedem inspeção de chamas azuladas, sinal de combustão completa. Nos infravermelhos, a troca de placas cerâmicas rachadas garante eficiência térmica e previne faíscas.
Exemplos Práticos de forno de pizza
Eventos ao ar livre que ficam incríveis com forno portátil
O Koda 16 transforma churrascos em experiências gastronômicas completas; basta conectar o botijão e disparar a chama. Festivais de food truck se beneficiam do aquecimento rápido, permitindo fila constante de pizzas artesanais individuais. Em reuniões familiares, o equipamento reduz o tempo de espera e mantém a diversão em torno da bancada de preparo.
Casos de sucesso: cozinhas profissionais equipadas com fornos industriais
Uma pizzaria de bairro que adotou o MR Fogões Industrial registrou redução de 20 % no tempo médio de entrega, segundo avaliação interna divulgada no cadastro de microempreendedor local. Restaurantes italianos que migraram para o Progás P37640 relatam maior padronização nas bordas, pois o infravermelho estabiliza a temperatura mesmo após abertura frequente da porta.
Depoimentos de usuários satisfeitos
“Instalei o Kenok na varanda gourmet e finalmente consegui replicar a borda inflada que só via em pizzarias”, conta Fernanda L., publicitária de Belo Horizonte. Carlos M., proprietário de food truck em Curitiba, afirma: “O Koda 16 é leve, não preciso de rede elétrica e sirvo 30 pizzas por hora em eventos de rua”. Já o chef Roberto S., de São Paulo, resume a experiência com o Progás: “Câmara de inox, fácil limpeza e zero reclamações sobre pizza fria, mesmo no turno da madrugada”.
FAQ – Perguntas frequentes sobre forno de pizza
O forno elétrico consegue mesmo alcançar temperaturas de pizzaria?
Sim. Modelos dedicados, como o Pizza Express, atingem mais de 300 °C graças a resistências blindadas e isolamento reforçado. A chave está em pré-aquecer por no mínimo 15 minutos antes de inserir a massa.
Vale a pena investir em forno infravermelho para uso doméstico?
Depende da frequência de uso. Para quem faz pizza apenas aos fins de semana, o sobrecusto pode não se pagar. Porém, se a demanda for alta ou houver planos de pequenos eventos, o ganho de tempo e uniformidade compensa.
Quais cuidados de segurança são essenciais em modelos a gás?
Utilizar mangueira certificada pelo Inmetro, manter o botijão em local ventilado e checar vazamentos com espuma de sabão regularmente. A chama deve permanecer azul; tonalidade amarela indica mistura ar-gás incorreta.

Imagem: Redação Guia dos Fogões
Posso usar pedra refratária em qualquer forno elétrico?
Embora possível, a performance ideal exige câmara com espaço adequado e porta que vede bem o calor. Fornos dedicados já incluem pedra dimensionada e resistências posicionadas para aquecimento homogêneo.
Como limpar a pedra sem danificar?
Espere esfriar, raspe resíduos com espátula de aço inox e use pano seco. Evite detergentes líquidos, pois a pedra é porosa e absorve umidade, criando risco de trincas quando aquecida novamente.
Qual a durabilidade média de um forno industrial?
Com manutenção preventiva semestral, fornos de aço inox e infravermelho ultrapassam cinco anos de uso contínuo, segundo relatos de pizzarias cadastradas em associações do setor.
Melhores práticas de forno de pizza
Como organizar seu forno de pizza na cozinha
Reserve área ventilada, com tomada ou ponto de gás próximo, e espaço frontal para manusear pá de madeira. Instale prateleira inferior para armazenar ingredientes e utensílios, mantendo fluxo de trabalho linear: montagem, forno, corte, embalagem.
Dicas para prolongar a vida útil
Evite choque térmico inserindo pedra fria em forno quente. Realize limpeza semanal completa, verificando vedação da porta e trocando borrachas ressecadas. Prefira panelas ou assadeiras de alumínio anodizado que não liberam resíduos queimada.
Erros comuns a evitar
Abrir a porta repetidamente derruba a temperatura interna e aumenta o tempo de cocção. Exceder a capacidade indicada resulta em pizzas mal assadas nas bordas. Outro erro é usar utensílios de metal afiado sobre a pedra, riscando a superfície e comprometendo a transferência térmica.
Dica Bônus
Antecipe o pré-aquecimento: ligue o forno 30 minutos antes do serviço e aproveite esse tempo para fermentar a massa em temperatura ambiente. Assim, quando a pizza entrar, a diferença de calor sela a borda imediatamente, evitando murchar após sair do forno.
Conclusão
Escolher um forno de pizza não é apenas definir fonte de calor; envolve material, isolamento e compatibilidade com a rotina. Os seis modelos analisados cobrem perfis domésticos, outdoor e industriais, garantindo que cada necessidade tenha solução específica. Compare custos, avalie espaço disponível e, principalmente, considere a frequência de uso. Com as informações acima, sua decisão será técnica e eficiente. Aproveite e confira disponibilidade dos modelos nos principais marketplaces para garantir o melhor preço e começar a produzir pizzas impecáveis ainda nesta semana.
Leitura Recomendada:
Confira mais reviews relacionados
Sites úteis recomendados
Visite também nossa redes sociais:
Quando você efetua suas compras por meio dos links disponíveis aqui no Compra Sem Erro, podemos receber uma comissão de afiliado, sem que isso acarrete nenhum custo adicional para você!



